
O projeto para enfrentar as cheias do Rio Iguaçu, em União da Vitória, avançou com a definição de cinco alternativas técnicas consideradas viáveis pelo Governo do Paraná. As informações foram apresentadas pelo presidente do Instituto Água e Terra (IAT), Everton Luiz da Costa Souza.
Segundo ele, o estudo trouxe um diagnóstico mais preciso do problema e apontou diferentes intervenções que podem ser aplicadas de forma isolada ou combinada, dependendo dos recursos disponíveis.
Entre as opções, há uma proposta mais ampla, com custo estimado em cerca de R$ 1,3 bilhão, capaz de reduzir significativamente o nível das enchentes. Outra alternativa, considerada mais viável no momento, gira em torno de R$ 880 milhões e já apresenta resultados relevantes na diminuição dos alagamentos.
O levantamento também identificou fatores que agravam as cheias, como obstáculos no leito do rio que dificultam o escoamento da água e a própria geografia da cidade, que favorece o acúmulo durante períodos de chuva intensa.
Agora, o foco do governo é buscar recursos para viabilizar as obras, que ainda precisam passar por etapas como licenciamento ambiental e análise de órgãos de controle.
De acordo com o IAT, a expectativa é que as intervenções tragam impacto direto na vida da população, reduzindo os prejuízos causados pelas enchentes e aumentando a segurança das famílias que vivem em áreas afetadas.
Mín. 9° Máx. 16°
