
As eleições de 2026 devem provocar uma das maiores renovações da bancada federal do Paraná dos últimos anos. Especialistas eleitorais avaliam que até 45% das cadeiras podem mudar de mãos.
Desse total, cerca de 26% já são considerados praticamente certos, devido à decisão de parlamentares eleitos em 2022 que não devem disputar a reeleição.
Entre eles está Enio Verri (PT), que deixou o mandato para assumir a Itaipu Binacional. No mesmo partido, Gleisi Hoffmann deve disputar o Senado.
No campo da direita, Filipe Barros (PL) também mira o Senado, assim como Deltan Dallagnol (Novo), que teve o mandato cassado e reposiciona sua trajetória política.
Outros nomes relevantes também não devem permanecer na Câmara, como Sandro Alex (PSD), pré-candidato ao governo do estado, e Fernando Giacobo, que pode assumir função no Executivo estadual.
Além disso, parlamentares como Nelsinho Padovani e Geraldo Mendes avaliam novos caminhos políticos.
Os especialistas apontam que, além dessa renovação já desenhada, outros cerca de 20% da bancada podem não conseguir a reeleição, ampliando ainda mais a mudança no cenário político.
O resultado é uma eleição com forte tendência de abertura para novos nomes e maior competitividade.
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